Financiamentos já concedidos ajudam a expandir e criar empresas em diversas áreas
O perfil empreendedor de Lajeado (RS) ganha um estímulo para se desenvolver ainda mais. Micro e pequenas empresas do município contam com dois tipos de programa de microcrédito, ambos desenvolvidos pela Prefeitura Municipal: um com recursos próprios e outro em parceria com o Banco do Brasil. O objetivo é potencializar os negócios existentes no município e criar novas oportunidades. “Contamos com 62 mil habitantes e, dentro da população economicamente ativa, nove mil são empreendedores”, destaca o secretário da Indústria e Comércio, Carlos Alberto Martini.
Os números do município reforçam a vocação empreendedora. Das 4,5 mil empresas situadas em Lajeado, mais de 80% são micro e pequenas, com a média de dois sócios por empreendimento. Um diagnóstico feito há dois anos pela prefeitura e Associação dos Jovens Empresários revelou que uma das principais carências do segmento era o acesso a crédito com juros baixos. “Foi quando nasceu a idéia de implantar o programa de microcrédito”, diz o secretário.
Em fevereiro deste ano, a prefeitura começou a colocar o projeto em prática. Neste período, o Emprecom – Comunidade Empreendedora beneficiou 40 empresas. O financiamento médio fica em torno de R$ 2 mil, crédito de 12 meses com três meses de carência. Os juros são de aproximadamente 1,5% ao mês e o valor máximo do crédito é de R$ 4 mil. A experiência positiva da prefeitura chamou a atenção de instituições financeiras. Foi então que surgiu a parceria com o Banco do Brasil. Desde outubro, quando começou a vigorar, mais de 120 projetos foram apresentados e 78 receberam aprovação. A prefeitura fica responsável pela pré-seleção, pelo preenchimento e pela análise do cadastro. A participação do Banco do Brasil, explica Martini, potencializou o Programa de Microcrédito. O valor máximo, neste caso, sobe para R$ 10 mil, crédito de três anos e carência de seis meses. A taxa de juros média é de 1,8% ao mês.
A expectativa é ampliar o número de financiamentos em 2004 nos dois programas. “Os micro e pequenos empresários temem pedir empréstimo. Estamos conseguindo desmistificar isso através do microcrédito”, afirma o secretário. A facilidade de acesso foi o que levou Elenice dos Santos a solicitar recursos junto à prefeitura. A produção caseira de massas e pães aumentou significativamente. Antes de obter o dinheiro, Elenice utilizava um cilindro manual para preparar os alimentos. Com este sistema, era possível preparar de 15 a 20 bandejas de macarrão por final de semana. A compra de um aparelho específico para sovar as massas garantiu o aumento da produção. “A produção passou para 60 bandejas por final de semana”, conta ela.
Os números do município reforçam a vocação empreendedora. Das 4,5 mil empresas situadas em Lajeado, mais de 80% são micro e pequenas, com a média de dois sócios por empreendimento. Um diagnóstico feito há dois anos pela prefeitura e Associação dos Jovens Empresários revelou que uma das principais carências do segmento era o acesso a crédito com juros baixos. “Foi quando nasceu a idéia de implantar o programa de microcrédito”, diz o secretário.
Em fevereiro deste ano, a prefeitura começou a colocar o projeto em prática. Neste período, o Emprecom – Comunidade Empreendedora beneficiou 40 empresas. O financiamento médio fica em torno de R$ 2 mil, crédito de 12 meses com três meses de carência. Os juros são de aproximadamente 1,5% ao mês e o valor máximo do crédito é de R$ 4 mil. A experiência positiva da prefeitura chamou a atenção de instituições financeiras. Foi então que surgiu a parceria com o Banco do Brasil. Desde outubro, quando começou a vigorar, mais de 120 projetos foram apresentados e 78 receberam aprovação. A prefeitura fica responsável pela pré-seleção, pelo preenchimento e pela análise do cadastro. A participação do Banco do Brasil, explica Martini, potencializou o Programa de Microcrédito. O valor máximo, neste caso, sobe para R$ 10 mil, crédito de três anos e carência de seis meses. A taxa de juros média é de 1,8% ao mês.
A expectativa é ampliar o número de financiamentos em 2004 nos dois programas. “Os micro e pequenos empresários temem pedir empréstimo. Estamos conseguindo desmistificar isso através do microcrédito”, afirma o secretário. A facilidade de acesso foi o que levou Elenice dos Santos a solicitar recursos junto à prefeitura. A produção caseira de massas e pães aumentou significativamente. Antes de obter o dinheiro, Elenice utilizava um cilindro manual para preparar os alimentos. Com este sistema, era possível preparar de 15 a 20 bandejas de macarrão por final de semana. A compra de um aparelho específico para sovar as massas garantiu o aumento da produção. “A produção passou para 60 bandejas por final de semana”, conta ela.