Aperfeiçoar o design é o grande objetivo para as empresas do Brasil, avalia a Abimóvel
As exportações brasileiras de móveis cresceram cerca de 22% em 2003, alcançando US$ 600 milhões. O resultado é expressivo se comparado com os US$ 40 milhões que o país exportava há dez anos, mas ainda é pequeno diante das potencialidades do mercado externo, segundo avaliação da Abimóvel (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário).
Neste ano, a meta é aumentar as exportações em pelo menos 25%, afirma o superintendente da entidade, Miguel Sanchez. Para o objetivo ser alcançado, é preciso que os empresários brasileiros continuem agregando valor aos produtos, por meio de programas de aperfeiçoamento de qualidade e, principalmente, do design.
“O desenvolvimento do design é o grande desafio para a maior parte das empresas brasileiras produtoras de móveis. Avançar na direção de um desenho brasileiro reconhecido internacionalmente é a meta da Abimóvel”, diz Sanchez.
A criação de design próprio é fundamental para que as empresas não se tornem reféns dos importadores. Em grande parte das exportações, o comprador externo impõe ao fabricante nacional as especificações e o desenho para os móveis que está comprando. Quando isso acontece, o produtor acaba na verdade vendendo mão-de-obra e matéria-prima baratas, sem agregar valor com o design.
Para aperfeiçoar o design, a Abimóvel mantém centros de desenvolvimento e criação em sete dos principais pólos moveleiros do país: Ubá (MG), Arapongas (PR), Bento Gonçalves (RS), Linhares (ES), Mirassol (SP), Votuporanga (SP) e São Bento do Sul (SC).
No mês de julho/2004, a entidade pretende realizar um curso de aperfeiçoamento avançado na Itália, enviando para aquele país cerca de 20 profissionais brasileiros de design. Os profissionais serão escolhidos entre os designers que já trabalham nos pólos moveleiros.
“Será um período de estudos de alto nível junto ao principal centro mundial de desenvolvimento de design. Nos próximos dias, devemos fechar as negociações com os italianos e teremos a definição de conteúdo do curso”, conclui Sanchez.
Neste ano, a meta é aumentar as exportações em pelo menos 25%, afirma o superintendente da entidade, Miguel Sanchez. Para o objetivo ser alcançado, é preciso que os empresários brasileiros continuem agregando valor aos produtos, por meio de programas de aperfeiçoamento de qualidade e, principalmente, do design.
“O desenvolvimento do design é o grande desafio para a maior parte das empresas brasileiras produtoras de móveis. Avançar na direção de um desenho brasileiro reconhecido internacionalmente é a meta da Abimóvel”, diz Sanchez.
A criação de design próprio é fundamental para que as empresas não se tornem reféns dos importadores. Em grande parte das exportações, o comprador externo impõe ao fabricante nacional as especificações e o desenho para os móveis que está comprando. Quando isso acontece, o produtor acaba na verdade vendendo mão-de-obra e matéria-prima baratas, sem agregar valor com o design.
Para aperfeiçoar o design, a Abimóvel mantém centros de desenvolvimento e criação em sete dos principais pólos moveleiros do país: Ubá (MG), Arapongas (PR), Bento Gonçalves (RS), Linhares (ES), Mirassol (SP), Votuporanga (SP) e São Bento do Sul (SC).
No mês de julho/2004, a entidade pretende realizar um curso de aperfeiçoamento avançado na Itália, enviando para aquele país cerca de 20 profissionais brasileiros de design. Os profissionais serão escolhidos entre os designers que já trabalham nos pólos moveleiros.
“Será um período de estudos de alto nível junto ao principal centro mundial de desenvolvimento de design. Nos próximos dias, devemos fechar as negociações com os italianos e teremos a definição de conteúdo do curso”, conclui Sanchez.