Câmara de Indústria e Comércio Brasil-China abre inscrições para novas empresas
As micro e pequenas empresas interessadas em iniciar vendas para o mercado externo ou conquistar novos clientes fora do País têm mais uma oportunidade de incrementar os negócios. A Câmara de Indústria e Comércio Brasil-China (CICBC) está abrindo inscrições para incluir em seus cadastros novas empresas que tenham interesse e possam contribuir para ampliar a carteira de comércio entre o Brasil e a China.
“O Brasil está sendo encarado como o maior parceiro preferencial da China, e os negócios agora estão se abrindo também para micro e pequenas empresas numa velocidade antes nunca imaginada”, destaca Nelson Eidt, diretor de negócios da sucursal regional da câmara no Rio Grande do Sul.
O objetivo da CICBC é, nos próximos 15 dias, filiar os empreendimentos interessados à entidade. “Isso é importante para que a aprovação ocorra antes dos eventos que estão programados para começar em 30 dias, incluindo algumas iniciativas em conjunto com instituições como o Banco do Brasil e o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas)”, explica Eidt.
Para garantir a participação das empresas, é necessário preencher os formulários eletrônicos, que podem ser solicitados para a sucursal regional pelo e-mail ccibc@reis.com.br ou através do telefone (51) 3346 7384.
Eidt acredita que a iniciativa vai estimular a participação de micro e pequenas empresas no intercâmbio econômico entre os dois países. Segundo ele, o incentivo do Sebrae tem sido fundamental. “Entendemos que o Sebrae reúne todas as qualificações para ser o elo perfeito de ligação nesta lacuna hoje pouco explorada”, ressalta Eidt. De acordo com a CICBC, o volume exportado pelo Brasil para a China em 2002 atingiu cerca de US$ 4,1 bilhões, e a meta é dobrar este valor em dois anos.
As oportunidades são promissoras. “A China possui cerca de 1,3 bilhão de habitantes, e deste total, 270 milhões deixaram de ser pobres nos últimos 10 anos e criaram um dos maiores mercados consumidores do mundo”, diz ele.
O objetivo é fomentar e facilitar a parceria, tanto na exportação de produtos como na importação de matérias-primas com preços mais competitivos. Esta política é implementada em nível nacional sob coordenação do presidente nacional da CICBC, Charles Tang, economista fundador da câmara e atuante no mercado chinês há cerca de 18 anos.
Os incentivos e benefícios para exportação de micro e pequenas empresas são concedidos em diversos aspectos, como facilitação de internação de produtos, redução ou eliminação de tarifas na China, formação de joint venture, busca de novas tecnologias, consórcios e cooperativas, desenvolvimento de produtos mais competitivos, busca de capital e antecipação de cartas de crédito em regime aduaneiro.
“Também disponibilizamos aos associados escritórios da CICBC em Guangzhou, Qingdao, Shanghai, Beijing e Macau, que poderão dar todo o apoio necessário para os negócios”, explica Eidt. Além disso, a câmara oferece tradução simples de chinês.
“O Brasil está sendo encarado como o maior parceiro preferencial da China, e os negócios agora estão se abrindo também para micro e pequenas empresas numa velocidade antes nunca imaginada”, destaca Nelson Eidt, diretor de negócios da sucursal regional da câmara no Rio Grande do Sul.
O objetivo da CICBC é, nos próximos 15 dias, filiar os empreendimentos interessados à entidade. “Isso é importante para que a aprovação ocorra antes dos eventos que estão programados para começar em 30 dias, incluindo algumas iniciativas em conjunto com instituições como o Banco do Brasil e o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas)”, explica Eidt.
Para garantir a participação das empresas, é necessário preencher os formulários eletrônicos, que podem ser solicitados para a sucursal regional pelo e-mail ccibc@reis.com.br ou através do telefone (51) 3346 7384.
Eidt acredita que a iniciativa vai estimular a participação de micro e pequenas empresas no intercâmbio econômico entre os dois países. Segundo ele, o incentivo do Sebrae tem sido fundamental. “Entendemos que o Sebrae reúne todas as qualificações para ser o elo perfeito de ligação nesta lacuna hoje pouco explorada”, ressalta Eidt. De acordo com a CICBC, o volume exportado pelo Brasil para a China em 2002 atingiu cerca de US$ 4,1 bilhões, e a meta é dobrar este valor em dois anos.
As oportunidades são promissoras. “A China possui cerca de 1,3 bilhão de habitantes, e deste total, 270 milhões deixaram de ser pobres nos últimos 10 anos e criaram um dos maiores mercados consumidores do mundo”, diz ele.
O objetivo é fomentar e facilitar a parceria, tanto na exportação de produtos como na importação de matérias-primas com preços mais competitivos. Esta política é implementada em nível nacional sob coordenação do presidente nacional da CICBC, Charles Tang, economista fundador da câmara e atuante no mercado chinês há cerca de 18 anos.
Os incentivos e benefícios para exportação de micro e pequenas empresas são concedidos em diversos aspectos, como facilitação de internação de produtos, redução ou eliminação de tarifas na China, formação de joint venture, busca de novas tecnologias, consórcios e cooperativas, desenvolvimento de produtos mais competitivos, busca de capital e antecipação de cartas de crédito em regime aduaneiro.
“Também disponibilizamos aos associados escritórios da CICBC em Guangzhou, Qingdao, Shanghai, Beijing e Macau, que poderão dar todo o apoio necessário para os negócios”, explica Eidt. Além disso, a câmara oferece tradução simples de chinês.