Diretora de Operações do Sebrae/RS apresentou diretrizes do projeto no I Fórum RS Moda
O segmento têxtil e de confecções receberá investimento de R$ 4 milhões este ano do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande no Sul (Sebrae/RS). Este é um dos setores prioritários escolhidos para ser trabalhado pela entidade em 2004.
“Vamos trabalhar com os principais pólos de moda gaúchos, na Serra, em Pelotas, em Rio Grande e com os lojistas de confecção de Porto Alegre”, destaca Susana Kakuta, diretora de Operações do Sebrae/RS.
O projeto atua em três campos. O primeiro deles é a capacitação de pessoas para aspectos como design, formação de preços de vendas e gestão interna dos negócios. O segundo, destaca Susana, é a tecnologia. “Vamos buscar a melhora no produto e na rentabilidade do negócio”, explica. O terceiro aspecto a ser trabalhado é o acesso a mercados.
A escolha do segmento têxtil e de confecções como um dos prioritários deve-se à importância econômica e social deste setor na economia do Rio Grande do Sul. O setor responde por 1% do Produto Interno Bruto (PIB) geral do Estado, e por 3% do PIB industrial. “São 3,2 mil empresas e 27 mil empregos diretos”, afirma Susana.
Do total de empreendimentos, 90% são de pequeno porte. A meta do Sebrae/RS é trabalhar com mil empresas do segmento, sendo que 60% delas ainda não têm nenhum apoio da entidade. “O setor de moda é um dos mais dinâmicos do mundo e as oportunidades dentro e fora do Brasil são grandes”, avalia Susana.
Nos últimos anos, conta a executiva, houve um reposicionamento do mercado, com o surgimento de novos atores, entre eles o Brasil. “Agora precisamos investir para ampliar as vendas de roupas prontas e exportar cada vez menos commodities”, relata. “A competição não vai ser pelos centavos, mas pelo valor agregado nas mercadorias”, complementa.
O Sebrae/RS já está trabalhando com outras entidades para trazer informação de ponta para as empresas gaúchas do setor. “Há duas semanas lançamos um caderno de tendências, e vamos trabalhar com os empresários no sentido de aumentar o valor agregado da produção, reduzir o retrabalho e evitar perdas”, destaca Susana.
Outro desafio, revela, é trabalhar com especialidades por faixa de mercado, com alguns produtos para classes A e B, outros para os demais segmentos de renda. “Este é um nicho a ser explorado”, ressalta Susana.
“Vamos trabalhar com os principais pólos de moda gaúchos, na Serra, em Pelotas, em Rio Grande e com os lojistas de confecção de Porto Alegre”, destaca Susana Kakuta, diretora de Operações do Sebrae/RS.
O projeto atua em três campos. O primeiro deles é a capacitação de pessoas para aspectos como design, formação de preços de vendas e gestão interna dos negócios. O segundo, destaca Susana, é a tecnologia. “Vamos buscar a melhora no produto e na rentabilidade do negócio”, explica. O terceiro aspecto a ser trabalhado é o acesso a mercados.
A escolha do segmento têxtil e de confecções como um dos prioritários deve-se à importância econômica e social deste setor na economia do Rio Grande do Sul. O setor responde por 1% do Produto Interno Bruto (PIB) geral do Estado, e por 3% do PIB industrial. “São 3,2 mil empresas e 27 mil empregos diretos”, afirma Susana.
Do total de empreendimentos, 90% são de pequeno porte. A meta do Sebrae/RS é trabalhar com mil empresas do segmento, sendo que 60% delas ainda não têm nenhum apoio da entidade. “O setor de moda é um dos mais dinâmicos do mundo e as oportunidades dentro e fora do Brasil são grandes”, avalia Susana.
Nos últimos anos, conta a executiva, houve um reposicionamento do mercado, com o surgimento de novos atores, entre eles o Brasil. “Agora precisamos investir para ampliar as vendas de roupas prontas e exportar cada vez menos commodities”, relata. “A competição não vai ser pelos centavos, mas pelo valor agregado nas mercadorias”, complementa.
O Sebrae/RS já está trabalhando com outras entidades para trazer informação de ponta para as empresas gaúchas do setor. “Há duas semanas lançamos um caderno de tendências, e vamos trabalhar com os empresários no sentido de aumentar o valor agregado da produção, reduzir o retrabalho e evitar perdas”, destaca Susana.
Outro desafio, revela, é trabalhar com especialidades por faixa de mercado, com alguns produtos para classes A e B, outros para os demais segmentos de renda. “Este é um nicho a ser explorado”, ressalta Susana.