Ouvi uma mensagem sobre o lápis, que entendo podermos adaptá-la e melhorarmos nossas atitudes como gerentes de empresas, aprendendo um pouco mais com este material tão simples: o lápis.
Vejam só algumas lições:
1º- Seguidamente precisamos parar de escrever e apontar o lápis. Certamente o lápis enquanto está sendo apontado “sofre”. Mas depois fica “afiado”. Pronto para escrever.
Na gerência, seguidamente temos que parar (“apontar”) se quisermos “continuar escrevendo” (produzindo).
As vezes este “apontar” causa dor. Nem todas as nossas atitudes são “bem-vindas” pelo público. Mas, muitas vezes, são necessárias. E depois, estaremos “apontados” (aptos) para novos desafios.
2º- O lápis permite-nos apagar o que erramos.
Muitas vezes precisamos rever nossos atos e “passar a borracha” naquilo que não está certo. Dá para escrever por cima. Outras ações podem substituir as equivocadas.
3º- O mais importante no lápis não é a madeira, o exterior, mas sim, o pequeno grafite que está dentro.
A fachada da nossa empresa é importante. Mas o que está dentro é muito importante. Os nossos colaboradores, a qualidade dos nossos produtos e serviços, os nossos procedimentos, o nosso atendimento….
4º- Mesmo apagando-se o traço o lápis deixa marcas. Tudo o que fizermos, mesmo procurando apagar, deixará marcas. Vamos cuidar para “deixar boas marcas” na vida daqueles que nos rodeiam.
5º- De tanto usar o lápis vai ficando pequeno e um dia descartamos. Ele tem um ciclo de vida útil.
Na empresa também é assim. Tudo tem um ciclo de vida útil: Um produto, um serviço, um procedimento, uma tecnologia… um dia não será mais útil. Morreu. Para espanto de muitos, acredito que até o colaborador e a própria empresa tem um ciclo de vida útil. Um dia não mais servirá. Será descartado.
O nosso papel é, primeiramente criarmos “sobre vidas”. Lembram do antigo automóvel Gol? O Gol BX (“Chaleirinha”). Depois veio o Gol AP, o “Gol Bolinha”, o Gol 1000, o Gol Special, o Gol Geração III… e o Gol mantém-se vivo. Certamente um dia morrerá.
Então, outro papel é identificarmos esta morte para não mais insistirmos com o morto, aquilo que não dará mais resultado.
6°- E por fim lembre-se, o lápis pode fazer grandes coisas, mas não só. Existe uma mão que guia o seu traço.
Por trás de nossa inteligência, capacitação, habilidade… existe um ser superior que está disposto a guiar nossos passos. Devemos acreditar nele. Devemos confiar nesta mão – a mão de Deus – .
Marcone Hahan de Souza – Administrador e Contador Sócio da M&M Assessoria Contábil.