O secretário do Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo, do Governo de
Eduardo Campos, Antônio Carlos Maranhão, fez um diagnóstico sobre a ação dos
empresários de origem humilde que por sua própria conta, ficaram milionários.
Portanto, qualquer pessoa que cultiva o sonho de ter o seu próprio negócio,
também pode aprender a ser um bom empreendedor. E, adianta: “afinal qualquer
pequeno negócio exerce um papel importante na Economia do Estado”. Pelo que se
observa, o trabalho do Secretário coloca em prática a premissa de que os
pequenos negócios precisam de tratamento especial ou favorecimento. Isso é o
que prevê a Constituição de 1988 e a Legislação Federal com o Estatuto da Micro
e Pequena Empresa, e a Lei conhecida como a Lei do Simples Nacional de 2006.
Afirma Antônio Carlos que “embora micros e
pequenos empresários dificilmente sejam fornecedores das grandes empresas,
certamente terão oportunidade de vender para os fornecedores desses
empreendimentos”. O trabalho desse Secretário, em torno disso, é um trabalho da
maior importância para quem lida com esse tipo de negócios. E, adianta: outra
forma de beneficiar os pequenos negócios são projetos destinados à economia
solidária. É o que se afirma envolvendo empresas de pequeno porte, em um Estado
como Pernambuco, altamente evoluído. Ações do Governo, nesse particular, visam
auxiliar os empreendedores a corresponderem aos modelos das grandes empresas.
Eis, aí, um passo importante nessa direção. E, também, uma forma
revolucionária, as relações de trabalho no país. Algo, portanto, que já vem
sendo constatado com a decretação do PEC, das domesticas.
Coincide, esse posicionamento do Secretário Antônio
Carlos Maranhão, com o trabalho do Banco do Nordeste, com relação ao apoio às
micros empresas. É uma ajuda financeira com resultados satisfatórios. Isso
que o Banco do Nordeste faz, foi objeto de uma importante palestra do seu
Superintendente Francisco Carlos Cavalcante. As micro e pequenas empresas
representam nada mais, nada menos, que 98% do número total de empresas
existentes no estado de Pernambuco. Hoje, dizem as estatísticas, são em número
155.739, sendo a maior parte 88 mil atuando para o Governo. Isso, realmente, é
importante porque o empreendedorismo não pode ser dissociado da qualificação.
Finalmente, diz o Secretário Antônio Carlos Maranhão, “um empreendedor não pode
pautar sua atuação apenas por impulso, mas, por uma completa análise de
negócios”.
Por João Lyra Neto, Jornalista.