Hoje convivemos com um mercado cada vez mais global e competitivo, onde marcas e produtos se proliferam, sendo, graças a isso, cada vez mais difícil nomear produtos, serviços e empresas. Por isso, ter um nome eficaz que comunique o posicionamento é altamente relevante. No caso de nossa empresa, adquirida recentemente pelo grupo CMPC, esse naming deveria comunicar os benefícios do nosso projeto para o cidadão do Rio Grande do Sul.
Dentro desse conceito, nasceu o nome Celulose Rio-Grandense. A escolha aconteceu de uma forma simples e funcional: quando um fardo de celulose é enviado ao mercado para originar o papel e outros produtos, a marca da empresa tem a mesma importância que a procedência desta. Por isso, Celulose Rio-Grandense.
E isso tem tido bastante aceitação junto ao público. Em pesquisas realizadas recentemente, pudemos constatar que um grande número de pessoas acredita que o nome Celulose Rio-Grandense transmita algo positivo. Muitas destas pessoas também associam diretamente o nome da empresa a papel, o que é excelente, já que fabricamos a matéria-prima para livros, bloquinhos de notas ou revista que faz parte de seus cotidianos. Ser parte do dia-a-dia dessas pessoas é muito importante para nós. Isso é ter compromisso com esta terra.
Os resultados apontados em uma pesquisa feita pela Rohde & Carvalho, em setembro de 2010 mostram que 96,9% das pessoas acreditam que uma empresa que se instala numa cidade deve dar prioridade a empregar pessoas deste local e que 86,9% dariam apoio à instalação de uma empresa de celulose no estado se esta tiver preocupação com o meio ambiente. Uma declaração espontânea trouxe a máxima "parece que o que faz uma empresa ser gaúcha é o tempo que está no estado e o que faz pela comunidade, através de ações sociais, culturais, esportivas…". Esta é a realidade hoje da Celulose Rio-Grandense, fazer jus ao seu nome e proporcionar uma boa vivência de sua marca.
Quando falamos em Celulose Rio-Grandense, estamos falando mais do que uma marca, estamos falando de uma história de 39 anos. Estamos falando de dezenas de ações sociais em terras onde a empresa atua. Estamos falando da geração de milhares de empregos para o estado. Estamos falando de um compromisso com a nossa gente.
À medida que menciono a história, quero me referir a tudo que vivi e vivemos com outras empresas de celulose que foram proprietárias da fábrica do município de Guaíba e que ajudaram a economia do nosso estado crescer: Borregard, Klabin, Riocell, Aracruz. Todos esses nomes já ocuparam as mesmas terras e tiveram ótimas intenções em suas propostas. Porém, sentíamos que nenhuma delas tinha algo que queríamos muito: o orgulho por nossa terra e o nosso nome. Queríamos algo, porque não dizer, nosso.
Há coisa mais importante do que levar o gentílico de onde você veio para o mundo todo ver? Que poder dizer a todos, desde o simples homem do campo até o prefeito de uma cidade onde a empresa atua: “nós fazemos parte dessa terra”? Para nós, a resposta é não. E nos enche de alegria ver a cada dia esta nova marca ser reconhecida.
Ser gaúcho é cultivar as raízes e as tradições de nosso estado pensando sempre no amanhã. É mais que uma roupa ou uma dança. É saber que representamos um estado múltiplo, colorido de etnias, artes e linguagens. É cultivar tudo isso sem perdermos a essência de nossa querência.
Sempre foi sabido por nós que ser uma empresa de celulose de fibra curta de eucalipto é um desafio, onde é fundamental manter sempre alguns pilares, como a geração de empregos, compromisso com o meio ambiente e ações sociais. Isso faz a empresa ser encarada como verdadeira quando adota conceitos de campanhas como "Crescendo com os gaúchos" ou "Compromisso com o Rio Grande é a nossa marca", que estão vinculados ao nome Celulose Rio-Grandense. A empresa é hoje um vetor que proporciona desenvolvimento sustentável através de empregos, da geração de renda para os municípios onde atua, da valorização da mão-de-obra local, tanto para os prestadores de serviços como para os empregados.
Hoje contamos com diversas atividades sociais nos municípios onde trabalhamos, como o Projeto Música na Fábrica, onde grupos do Rio Grande do Sul fazem suas apresentações para os vizinhos da indústria; o Projeto Mel Solidário, onde apicultores aproveitam a rica floração do para fabricar o seu mel e, em contrapartida, a empresa recebe 8% dessa produção para destinar a escolas de educação especial; o Projeto Educação, onde mais de 8 milhões de cadernos escolares já foram destinados para alunos de escolas públicas dos 39 municípios onde a empresa atua; além de muitos outros, como a parceria com associações de canoagem para limpeza das margens do Lago Guaíba e o Fábrica de Gaiteiros, recentemente estabelecido com o Instituto Renato Borghetti, para ensinar a arte da fabricação da gaita de botão a jovens e o aprendizado desse instrumentos a alunos na faixa etária de
A Celulose Rio-Grandense, como qualquer outra grande empresa, tem noção de que a divulgação de suas atividades também deve ser permanente para que a comunidade local das cidades onde atue entenda, valorize e apoie o trabalho desenvolvido. Para o sucesso de nossa empresa precisamos acertar na cadeia de valores dentro da Celulose Rio-Grandense. É necessário contar com altos padrões de desempenho. A empresa conta hoje com colaboradores que correspondem com iniciativa e qualidade às demandas que lhe são apresentadas. Mais do que isso até, tomam decisões acertadas: não basta possuir um pessoal altamente capacitado, mas é fundamental contar com pessoas com motivação, com vontade de fazer, de trabalhar com os pés na terra e a cabeça no mundo. Por isso, é preciso que a comunicação interna seja eficiente, afinal são mais de 4 mil empregados permanentes, direta e indiretamente, e todos precisam estar em plena sintonia com a grandeza e os objetivos da Celulose Rio-Grandense.
Fazemos parte de um setor que respeita as questões ambientais e que trabalha sempre de acordo com as legislações do ramo. Para se ter uma noção da força que essa afirmação tem, hoje a Celulose Rio-Grandense tem
Operar com sustentabilidade é atuar com consciência e responsabilidade socioeconômica e ambiental em todo o ciclo de vida das nossas atividades. Num mercado cada vez mais global e competitivo, onde as marcas e os produtos se proliferam com grande velocidade, é difícil ganhar destaque sem diferenciais. Acredito que sendo objetivo e possuindo muito trabalho para contar é possível ser uma marca referência por quem decide. Tenho certeza que hoje a Celulose Rio-Grandense é um exemplo disso tudo.
Por Walter Nunes