Vivenciamos expectativas positivas com relacao aos nossos negócios, mas somos penitenciados pela legislação fiscal e tributária, que não perdoa,nem tão pouco desonera nossos ativos financeiros, constantemente pelo cumprimento de legislações que traduzem em sua íntegra vedações, excluísses, bases de cálculo etc, diferenciadas e que por sua vez, acabam por impor um negativismo e falta de estímulo em gerar recursos na economia pela atividade empresarial.
Desde a criação da Lei do Simples 9317/96, muitos pequenos empresários saíram da informalidade , declarando-se anualmente, pagando o famoso imposto Simples, ou tentando honrá-lo de uma forma geral, visando futuramente entrar na faixa de uma empresa geral pelo aumento representativo de negócios, faturamento e fatias de mercado que estão na inércia de criação e crescimento a séculos.
Muitas empresas pequenas irão selar suas portas pela completa impossibilidade de manter suas operações tendo em vista, vedações que desde a inicial operação já era impeditiva, com acréscimos em multas de ratificações, DCTFS,DIRPJ, diferenças de impostos entre outras.
Empresários, precisamos nos reunir e organizar um movimento de contestação e não aceitação a Legislação unilateral imposta, para que nossos parceiros não desistam de iniciar novos negócios como àquelas que já estão desmotivadas pela continuidade das suas.
Contadores, Advogados, empresários, Conselhos de Classe, Associações, enfim o ramo empresarial , precisa dar as mãos, somar ações efetivas, certamente estaremos beneficiando à todas as pessoas que trabalham,gerando na economia a nossa grande escassez atual à liquidez diária para a manutenção e continuidade de nossas operações empresariais.
Autora: Teresa Mattos.
Publique seu artigo. Clique aqui e acesse mais informações sobre publicação de artigos…
Autora: Teresa Mattos.
Publique seu artigo. Clique aqui e acesse mais informações sobre publicação de artigos…