Quanto vale a experiência?
Muito?
Pouco?
Ou não vale nada…
Na minha opinião experiência é muito.
Afinal de contas se tivermos o amanhã
é porque tivemos o ontem.
Isso é experiência.
Muitos podem não pensar dessa
maneira.
Respeito! Respeito todas as opiniões.
Mas devemos ter as nossas. E lutar
por ela.
Luto pela experiência.
Luto para saber cada vez mais.
Isso é lutar pela experiência, pois
sei que ao conseguir meu intento é porque houve a experiência de alguém que me
fez ver ou pensar.
Sei que erro.
E como erro! Mas, diz o ditado
popular: “Errar é humano” ou outro “Só erra quem faz”.
Só não podemos é persistir no erro.
O que é isso?
É ver a experiência e não persistir
na experiência errada.
Sei que muitos não gostam da história
ou de pensar em história.
Já tenho meu pensamento contrário.
A história é a nossa experiência.
E é nela que necessitamos realizar
nossas pesquisas.
Vivemos atualmente num mundo
globalizado.
Num mundo onde tudo é pensado,
planejado e realizado com muita rapidez, pois senão o “outro” – o concorrente –
ao lado já estará executando antes de nós.
Mas tenho a certeza de que muitos
desses planejadores e/ou executores realizaram uma pesquisa na história.
Pesquisa nas experiências anteriores,
mesmo que seja num tempo menor do que se fazia anteriormente.
É o medo de realizar erradamente.
É o medo de realizar sem poder
manusear algo anterior – algo das experiências anteriores.
Assim é o hoje.
Assim será o amanhã.
Com mais rapidez do que hoje.
Com mais exatidão, até acho, mas se utilizando
da experiência.
Se utilizando da história.
Assim é a vida.
Assim é o mundo.
Assim é a história dos seres humanos.
Sem história não somos nada.
Uns vendo as experiências dos outros
e seguindo em frente com suas experiências
Por David Iasnogrodski.