A República Popular da China divulgou em outubro seu recente supercomputador capaz de realizar 2,5 quatrilhões de operações matemáticas por segundo. É o maior já construído. A ciência da computação mensura seus atrativos através da unidade flop – floating point operations per secund – a tradução significa ‘operações de ponto flutuante por segundo.’ Isto quer dizer desempenho de cálculos matemáticas efetuadas num segundo. Parece assustador comparando a necessidade de 10 flops para uma calculadora de 4 operações básicas. O engenho, supervisionado pelos ministérios da defesa e da educação tem o nome em código, TIANHE-1A. Em 2007 o Japão anunciara o Riken, gigante da era do processamento de dados e capaz de operar 1 petaflop, um quatrilhão, apenas. Os EUA, patronos da novel corrida tecnológica dominavam em absoluto as altas resoluções da máquina cibernética. O Jaguar, apelido para o OAK Ridge de 1,4 petaflops, está com os dias contados não obstante as aplicações empregadas à astronomia, às previsões da bolsa de valores e à meteorologia. A informação rápida age por si e quer estar na frente do presente.
Corre-se muito hoje em dia, quase sempre foi assim para antever resultados a serem vistos somente no futuro. Esses prodígios aparentemente fora dos limites nada contribui para a teoria do acaso social. O domínio da técnica de antecipar os números de decisão ao controle da normalidade da população está longe de alcançar ações múltiplas ameaçadoras, tal é a cultura do terrorismo ou os infortúnios climáticos, recorde-se ainda o implacável surgimento de bactérias resistentes.
Talvez queiramos máquinas pensantes. Em 1970 Joseph Sargent (1925), premiado pela academia de ciência e ficção em “Colossus 1980”, discute a máquina inteligente. Ambientado na Guerra Fria, na cena final o diretor joga as lentes para o olhar triste do Dr. Forbin submetido à voz e vontade dominadoras do artefato eletrônico. O mundo nem cogitava os flops.
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Sr Editor:
Tudo bem?
Will Smith foi escolhido para a refilmagem do clássico apontado acima. Informo só por mera curiosidade na eventual hipótese de alguém perguntar sobre isso na redação.O que é pouco provável.
Nem é assunto tão sério o desse artigo, não obstante o que essas máquinas conseguem às previsões futuras e alarmantes não divulgadas ainda pelos poderes governantes mundo afora.
Por Nei Rafael Filho