A cada dia que passa, se faz necessário oferecer maior nível de segurança às organizações sem fins lucrativos, ou seja, o Terceiro setor, em virtude da desenfreada ganância de determinados cidadãos pelo poder e pelo dinheiro. Neste particular, citamos como exemplo os sindicatos, os clubes de futebol, os organismos públicos, em fim, uma imensidão de organizações privadas, inclusive que oferecem vantagens e Nesse contexto, procura-se chamar a atenção, na tentativa de colaborar e apresentar a importância da auditoria contábil ser necessária na vida destes organismos, fato este, que chamamos a atenção dos senhores leitores quanto a atividade ser privativa dos Bacharéis em Ciências Contábeis, cuja atividade é uma das especialidades da contabilidade, apresentando uma ferramenta, um mecanismo, bem empregado, no intuito de fornecer elementos a nível informativo e consistente sobre a fragilidade das ações administrativas e apresentando as provas deste(s) fato (s), ocorridos ou não. No Brasil, tem crescido o número de organização privadas e, ainda, sem a finalidade lucrativa, criadas com o objetivo de gerar serviços de caráter coletivo com fins sociais. Por outro lado, Buscamos nesta exposição apresentar meios de gerenciamento e controle, tanto no Estado, quanto dos fomentadores de recursos junto às organizações sem fins lucrativos através A peça contábil, sem dúvida nenhuma, faz muito no caso abordado acima, pois só através da Ciência Contábil, que tem por finalidade gerar informações fidedignas, em um determinado momento, a um universo de usuários que irão tomar decisões, é fator imprescindível contar com um profissional de quilate elevado. No caso das ONGS, cujo patrimônio é social, portanto é da sociedade, diferentemente de uma a) a Auditoria Contábil, objetivando formas de controle e fiscalização das entidades; e por fim b) a utilização de instrumentos eficazes de avaliação e desempenho econômico, financeiro e social, na apresentação das prestações de contas e assembléias gerais. Pois só através dessa maneira a diretoria oferecerá maior transparência e clareza aos demais membros diretores, associados e colaboradores da entidade.
formas políticas que enaltecem o ego e muitas vezes o bolso do dirigente.
é importante ser frisado que há uma grande gama de organizações com fachada de filantropia, mas na verdade foram criadas para criar facilidades pessoais, ou seja, a lavagem e o desvio de dinheiro público, cujo nome até podemos denominar de “pilantropia”.
do trabalho de auditores (Bacharéis em Ciências Contábeis) no afã de tomar eficiente o trabalho da diretoria e mostrar, com o máximo de transparência, os recursos disponíveis pelos colaboradores.
empresa privada e com fins lucrativos, cujo patrimônio pertence aos sócios, denominados donos dos meios de produção, se faz necessário enfatizarmos o interesse do público beneficente em geral para saber do patrimônio dessas entidades que sem dúvida nenhuma sai de nossos bolsos de uma forma ou de outra. Portanto, elencaremos abaixo sugestões, como meio de manter a saúde dessas entidades em condições de atender ao público brasileiro, conforme segue:
Autor: Luiz Cláudio Rodrigues Cardoso – Bacharel em Ciências Contábeis, Pós Graduado em Direito Tributário e Sócio Administrador da Visão Fiscal Consultoria Empresarial S/C Ltda.
E-mail: comercial@visaofiscal.com.br
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