Cada
um forma sua teoria do ideal baseado nas suas primeiras experiências e pelas
experiências da coletividade onde vive e atualmente, no planeta todo, ou quase,
pela facilidade de interação.
Uma casa não pode ser mais
forte do que os materiais empregadas para construí-la. Quais são os materiais que você usou,
muitos sem poder escolher, para construir a sua. Ideologia, uma palavra que
muito se ouve hoje, especialmente na política partidária, procura expor o que é
melhor para a humanidade coletivamente. Imagine cada um fazendo o que quer. Já
teríamos destruído tudo, várias vezes.
O idealismo
religioso, este eu gostaria de analisar um pouco mais. As religiões existentes
no mundo, em suas doutrinas, exortam o homem a amar a Deus, ao Ser Supremo, ao
Criador, ou qualquer nome equivalente ou denominação que tenham. Amor é o
desejo daquilo que é agradável, isto é, satisfaz algum aspecto de nosso
complexo ser.
Mas veja só. O
plano de Deus, se assim podemos chamá-lo não passa de uma plano de um indivíduo.
Não importa quão cosmicamente inspirado possa ter sido o fundador de uma seita
religiosa, um avatar, mestre místico, sua experiência, seu novo conhecimento,
deve ser expresso em linguagem e experiência do seu tempo, baseado em suas
experiências e vivência.
Assim, para
encerrar e não complicar muito. Cada seita, religião, tem sua própria
interpretação do plano divino, baseado no seu fundador, ou fundadores e isto se
chama idealismo
pessoal.
Recentemente
estive em Haifa, cidade portuária em Israel. Lá está a sede da Fé Bahia. Seu
fundador recebeu a mensagem de juntar o melhor de todas as religiões e fundar
esta. Joseph Smith dos Mórmons achou suas instruções ideológicas em placas de
outra. Moises recebeu os mandamentos em uma montanha.
Fique atento a sua
ideologia. Pode estar baseada em premissas falsas, em nenhuma, em ideologias
pessoais ou se encaixarem perfeitamente em suas crenças baseadas em crenças de
seus antecedentes.
Escrevo isto para
refletir, para pensar e portanto, estar mais próximo de chegar a conclusões
próprias.
Por quê? Tudo é
uma questão de atitude.
Por Marcos Hans.