Ir a um cinema é melhor do que ver cinema em casa através de um aparelho de televisão, mesmo que seja um “home theather”. É a minha opinião. Cada um tem a sua… É uma maneira a mais para sairmos de casa. Hoje transformada numa verdadeira prisão. Grades e mais grades. Fechaduras e fechaduras… Hoje em dia com a Internet a todo vapor nem nos Correios nós vamos. Tudo é via E-mail. Não é verdade?
Os cinemas, quando estão passando ótimas películas, estão sempre com um bom público. Claro está que quase as totalidades dos cinemas estão localizadas nos Shopping Center. São locais que nos inspiram maior segurança. Com isso unimos o útil com o agradável: compramos as necessidades, vamos aos cinemas e após nos dirigimos a um café ou mesmo um restaurante e por derradeiro nos dirigimos às residências.
Bem, vamos ao assunto do título: Melinda e Melinda. Filme extraordinário como seu escritor e diretor: Woody Hallen. Filme onde ele não participa diretamente, ou seja, aparecendo aos espectadores. Filme onde podemos observar como é fácil ir ao encontro do espectador. Nosso gosto pode ser diferenciado: ora queremos rir, ora queremos chorar. O escritor deve entender do “seu cliente”. Fazer história para quem?
Woody Hallen, com toda sua genialidade nos apresenta as duas Melinda. Duas histórias. Dois gêneros literários: o dramático e o humorístico, mas os dois com muita maestria na direção e ótima interpretação. Nos conduz a dois momentos. Nos leva a dois raciocínios. A duas histórias. Melinda e Melinda.
Woody Hallen é um gênio!
Recomendo Melinda e Melinda. O espectador sai leve e pensativo.
Como é bom ver um filme com qualidade.
Como é bom ver algo escrito e dirigido e “quase” interpretado por Woody Hallen na sempre bela e cosmopolita Nova York.
Vejam e vamos trocar idéias depois… Acertado?
Até lá!
Autor: David Iasnogrodski – engenheiro, administrador, escritor
E-mail: david.ez@terra.com.br
Sobre o autor:
David Iasnogrodski é formado em Engenharia Civil, Administração de Empresas e Administração Pública pela UFRGS.
Exerce atividades como Engenheiro Civil, na Prefeitura de Porto Alegre, e, como professor, na Faculdade São Judas Tadeu, ADVB/RS e ABRH, nas disciplinas que envolvem o mundo dos negócios, com ênfase na área motivacional.
É colaborador de diversos jornais, tendo conquistado o primeiro lugar no Concurso Nacional Literário da Casa do Poeta Riograndense/2001.
Autor dos livros: “Obrigado Porto Alegre”, “Atendimento 10 – A Fórmula do Sucesso” , “Meu Bom Fim Brasileiro“, e dos Livros CD: “A Marca é que Marca” e “Moderna Relação Marketing e Vendas“.

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