A notícia é de vários jornais. O nome do jogo é do Ministro Furlan. O trabalho dos bastidores é das entidades e seus parceiros. A vitória é do Brasil.
A luta que o setor de informática, através de suas entidades (ASSESPRO, FENAINFO, SOFTEX, ABES), vem travando em Brasília para sensibilizar o Governo da importância que ele representa para o país (quer quanto ao domínio tecnológico, quer quanto à balança de pagamentos, quer quanto à geração de empregos qualificados) começa a apresentar resultados concretos.
Consegue-se assim algumas vitórias importantes. Desde a criação da Frente Parlamentar de Informática, a inclusão do setor como área a ser priorizada nos programas de Governo para o desenvolvimento, o artigo que excluiu da CONFINS as pequenas empresas (que não estão no SIMPLES), para obter uma solução real para um problema tributário que vinha afligindo: a REDUÇÃO DA PIS/COFINS PARA AS EMPRESAS DE SOFTWARE, DE 9,25% PARA 3,65%, INDEPENDENTEMENTE DE SEU FATURAMENTO.
Esta redução foi decidida em reunião do Conselho Nacinal de Desenvolvimento Industrial. Com isso o governo pretende fazer do Brasil uma plataforma de exportação de software.