Os
maiores mistérios do Universo são aqueles que estão sempre a nossa volta e por
isto não nos debruçamos sobre eles e tão pouco tentamos decifra-los.
Uma
semente jogada por acaso, junta toda a química necessária para nascer, crescer
e repetir este ciclo para sempre. Sementes achadas em sarcófagos no antigo
Egito, demonstraram que mesmo adormecida, germinaram.
Os
aromas das flores, suas cores. De onde eles vêm, que combinação de ácidos
poderiam produzir algo semelhante? Escondemos nossa ignorância nas palavras.
Não entendemos estes mistérios. As palavras, como estas deste texto, são
combinações de visual com som sem significado.
O
que explica a paixão, a raiva, a memória e a afeição a um cachorro? E os modos
de reconhecimento e trabalho de uma abelha. Nossos sentidos são um mistério
para nós, e nós continuamos mistérios para nós mesmos.
Espaço
infinito, tempo infinito, sem início, sem fim e nós no aqui e agora tentando
aproveitar cada momento. Carpe Diem. O livro da natureza esta aí, para ser
lido, estudado e compreendido.
O
comando é nos amarmos uns aos outros, e nós disputamos uns com os outros porque
não conseguimos fazer parte e entender a essência da existência. Eu gostaria de
ter um momento de inspiração repentino, para entender um pouco destes mistérios
que estão ao meu redor, incluindo a mim mesmo.
Por
quê? Porque tudo é uma questão de atitude.
Por
Marcos Hans.