O menino parecia muito triste com a morte da mãe, e permanecia trancado o tempo inteiro no quarto. Seu padrasto estava arrasado pois era apaixonado pela mãe do garoto.
Após alguns dias em que tentava retomar sua vida, ele sentia-se pai do garoto e foi levar consolo ao menino de 9 anos. Levou-o a um parque, sentaram num banco e na conversa descobriu que o garoto estava assim porque estava apaixonado por uma garota de 10 anos e que era cobiçada por outros meninos da escola. A menina era a cantora oficial para os festejos natalinos que a escola preparava.
O homem, no papel de pai, ajudou o menino a montar um plano de ação: Para despertar a atenção e o interesse da menina, ele decidiu destacar-se pela música. O pai deu força e apenas lembrou que o menino não sabia tocar nenhum instrumento. O menino aprendeu e treinou bateria dias inteiros sem cansar, com o apoio e paciência do pai.
No dia da apresentação, ela cantava e ele era o baterista. Sua alegria era contagiante, e seu pai vibrava na platéia. No final do espetáculo, o menino parecia triste: a garota iria mudar-se para um lugar distante. E o esforço parecia ter sido em vão.
O pai disse ao garoto para dizer a menina os seus sentimentos, porque ele esperou para falar isso para a mãe do garoto e ela se foi sem que ele tivesse se aberto com ela.
Foram ao aeroporto e o menino conseguiu falar com sua amada, que lhe devolveu um beijo. E o menino abraçou o pai contando com alegria que ela sabia o nome dele.
Essa parte do filme “Love actually” (Simplesmente amor) mostra a atitude de um líder verdadeiro:
– procura primeiro compreender e depois ser compreendido,
– procura se colocar no lugar do outro e ver as coisas pela perspectiva do outro,
– busca descobrir o sonho do outro,
– usa seus conhecimentos e sua experiência para ajudar,
– ajuda para que eles alcancem com seus próprios meios.
Pense nas pessoas que vivem e trabalham com você: Faça com que eles descubram seus sonhos e lutem para conquistá-los e assim você terá colaboradores que são verdadeiramente empenhados e motivados.
Por Marcos Hans.