Muito mais do que o gosto dos pais, a escolha de um nome pode significar a garantia para o sucesso de uma marca. Uma pesquisa lançada recentemente pelo LinkedIn, uma rede de relacionamentos utilizada, principalmente, por profissionais revela que no Brasil os nomes Roberto, Antônio, Eduardo, Sergio, Carlos, Luiz, Marcelo, Ricardo, Fernando e Paulo estão perto de alcançar o reconhecimento como executivos de sucesso. Segundo os dados, esses são os nomes mais comuns entre os CEOs (Chiefs Executives Officers). Já no cenário mundial, se destacam Peter, Bob, Jack, Bruce e Fred. Para as mulheres, o ranking aponta Deborah, Sally, Débora, Cynthia e Carolyn.
Um nome bem resolvido é fator que ajuda a edificar uma marca. Exemplo disso são as celebridades que fizeram do nome uma vinculação com algum segmento de mercado. Quando falamos em Gisele Bündchen, lembramos de moda, Bill Gates, tecnologia dos aparelhos eletrônicos, e Ronaldinho Gaúcho, futebol. Como na marca, um trabalho específico em cima do nome profissional pode ser muito eficiente e requer bom senso na difusão desse conceito. Quando o nome está em jogo, deve-se ter muito cuidado nas redes sociais com comentários, informações e fotos divulgadas. É necessário avaliar como se deve utilizar o nome, sobrenome, abreviações ou apelido para um benefício. A imagem de uma pessoa é fator que ajuda a edificar o valor de uma marca. Não esquecendo que o conhecimento, liderança e capacidade de negociação são algumas das características que contribuem para consolidar a marca de um bom executivo ou profissional no mercado. A preservação do nome e da ideia passa a ser um dos requisitos para empreendedores que esperam expandir. Trata-se, também, da valorização da propriedade intelectual.
Por Valdomiro Soares