O mundo dos negócios e o surf tem muito em comum. Principalmente, nós empreendedores, poderemos aprender muito com o surf.
No surf, para entrar na onda o surfista deve estar bem equipado, com uma prancha certa para o seu tamanho e o mar que vai surfar. Aí, a primeira analogia. Estamos equipados no nosso negócio (a prancha) é a nossa empresa está bem dimensionada conforme o mar? (desculpe, o mercado)?
Um fator importante no surf é o vento. O mesmo que pode ser ruim para uma praia, em outra pode ser bom. Você já parou para pensar que nos negócios o que é ruim para uns pode ser bom para os outros? Os surfistas, neste caso, mudam de praia. E você, na sua empresa, muda ou insiste?
No mar, uma das boas ondas é aquela que dá opção ao surfista de ir para à direita ou para a esquerda. E, em seus negócios, você tem opção de variar a direção?
Ao contrário, tem onda que o lipi (crista da onda) vem fechando a partir das extremidades. A adrenalina é maior mais o risco de cair também. No seu negócio, você já se viu fechado? Talvez tenha pego a onda errada ou não tenha saído na hora certa.
No surf, a escolha de uma boa onda vai muito da experiência do surfista (a propósito, você tem experiência no que faz ou pretende fazer?) que rema à favor para pegar a velocidade, e no pico da onda, no momento certo, sobe na prancha para aproveitar a mesma e desfrutar o seu esporte. E você, já pensou se está pegando a onda no início, no pico ou no fim?
No surf, o melhor momento é quando se pegou a onda certa, aquela com um paredão formando pelo vento que sopra de frente, e o surfista vai na frente e sai na hora certa, antes de terminar. Nos negócios é assim também: pega-se o momento (onda) certo, com o mercado (vento) favorável, sendo o primeiro (surfando na frente) e retirando-se do mercado (saindo da onda) na hora certa.
A partir daí, espera-se e investe-se (pega-se) em outra oportunidade (onda). Se não, pode morrer abraçado com sua prancha (empresa) no fundo do mar (falência).
Abraços,
Marcone Hahan de Souza
Contador e Administrador.