No cenário tecnológico atual, as empresas não se interessam mais em frases feitas, como a que a internet é fundamental para seus negócios. Para uma empresa que almeje ser competitiva e sólida, isso é obviedade. E se não for, talvez não haja tempo hábil para descobrir. As empresas líderes estão em constante busca do novo, da tecnologia milagrosa, da nova ferramenta, do novo processo que agiliza o seu funcionamento, do diferencial competitivo que a fará prosperar em meio a tantas turbulências e, principalmente, de uma nova e constante forma de reduzir custos. O setor da telefonia se ampliou e as empresas instalaram através das grandes centrais telefônicas, inúmeros troncos que disponibilizavam ramais por toda a empresa. E tudo ia muito bem até chegar um tempo de crise um pouco mais forte. É nos períodos difíceis que as empresas apertam o cinto e o desperdício, que sempre esteve lá, aparece. O corte de custos e a redução de despesas vêm como principal prioridade. Neste caso específico, o controle foi exercido pelas próprias centrais, a bilhetagem para divisão das contas por centros de custos, os softwares para gerenciamento da telefonia e as senhas por ramais. Após essa onda, tivemos a da impressão, das cópias, até mesmo o cafezinho ficou em evidência, uma total neurose em busca da redução de custos. Agora, e quanto à internet? Existe realmente a preocupação e um meio efetivo de controlar-se a internet? A resposta é sim, mas parece que muitos gestores preferem acreditar que seus colaboradores são comportados e que a internet não oferece riscos. Uma utopia, a internet se tornou um “buraco negro” no que se refere à perda de produtividade e riscos constantes para as empresas. Existem problemas sérios, dentre eles se destacam as clonagens de sites (phishing) que estão cada vez mais comuns, o usuário do seu financeiro recebe um e-mail (aparentemente do banco) pedindo para ele recadastrar a conta da empresa, o funcionário ingenuamente cadastra informações como agência, número da conta, senha etc. No dia seguinte, a conta está “limpa”, sem nenhum centavo. Ou ainda, seria péssimo para a imagem da empresa ter um funcionário seu envolvido num caso de pedofilia, alguém duvida? O empresário precisa hoje estar preparado para combater uma vasta gama de ameaças legais e tecnológicas, conhecidas ou não, que a internet oferece ao seu negócio.
Autor: Rodrigo Gularte – Diretor da Toptrend
E-mail do Autor: rodrigo@toptrend.com.br
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