Nós, seres
humanos, podemos fazer coisas boas ou ruins. Desde criança aprendemos, com os
nossos pais, que devemos fazer o bem e fugir do mal. Mas isso não é tão fácil
assim…
Talvez, de maneira simplista, poderíamos ilustrar
que dentro de cada um de nós há dois cães ferozes. Um representando o bem e o
outro representando o mal.
Infelizmente, os
dois cães lutam um contra o outro, incessantemente. E, certamente, você
perguntará: quem irá vencer esta luta? O cão que representa o bem ou o cão que
representa o mal?
A resposta é
simples: vencerá a luta aquele cão que você mais alimentar. Ou seja, se
alimentarmos mais o cão que representa o mal, aproximando-se de pessoas que
vivem trapaceando, “metidos a espertos”, sem ética etc… certamente o cão que
representa o mal vencerá. Já se alimentarmos mais o cão que representa o bem,
aproximando-se de pessoas que trabalham sério, vivem do fruto do seu trabalho,
que fogem das coisas erradas, que veem nos estudos e trabalho as formas de
vencer na vida, que primam pela ética etc… certamente o cão do bem vencerá.
Infelizmente,
embora sabendo que devemos fazer as coisas boas, muitas vezes sentimo-nos
atraídos para fazer coisas que não são tão boas, pois as coisas erradas parecem
ser um caminho mais curto.
Neste sentido,
lembro de um provérbio do sábio Salomão: “há caminhos que ao homem parece
direito, mas o fim dele são os caminhos da morte”
Ainda neste
diapazão, na minha experiência de vida tenho observado que pessoas “metidas a
expertas” normalmente não vão longe. O seu fim não é bom.
Portanto, se pudesse lhe aconselhar diria:
“alimente o seu cão do bem” .
Marcone Hahan de Souza
Contador e
Administrador Sócio da M&M Assessoria Contábil.