Há alguns anos atrás existia um personagem de televisão em programa de humor que era o professor bonzinho.
Não é dele que vou me referir.
Vamos pensar juntos pois todos nós já estivemos ou ainda freqüentamos os bancos os escolares (imagine: bancos escolares em universidades…)
Todos nós já tivemos a idéia de solicitar ao professor que nos “facilite” a marcação da presença em função de “n” motivos. Esses motivos são sempre “importantes”. Importantes para não estarmos presentes na sala de aula, mas também importante para obtermos a marcação da freqüência.
Não é a pura verdade?
Ou “alguém” nunca teve um desses “motivos” importantes?
Bem, vamos falar do outro lado do “balcão”.
Em todas as conversas há dois lados. Assim como a moeda: todas possuem os dois lados…
O papel do professor.
O Papel do professor “bonzinho”.
O papel do professor “ruinzinho”.
O “bonzinho” aceita as preocupações do aluno e fornece a freqüência positiva, mesmo que este aluno não esteja presente.
O “ruinzinho” diz e explica ao aluno que se ele estiver presente terá a devida freqüência positiva. Em caso contrário terá um “F” no “caderno de chamada”.
Quem está certo?
Qual a opinião de vocês?
Vou fornecer a minha.
Toda vez que um professor marcar presença ou falta ao aluno, esta simples marcação ficará nos “autos” da vida deste aluno junto à instituição de ensino. Se houver uma marcação errônea por parte do professor este poderá ser chamado à atenção pela direção.
Numa hipótese de que foi marcada presença e o aluno não estava freqüentando naquele momento e acontecer algo imprevisto ou incidente com este aluno e ele alegar que estava na instituição de ensino como ficarão as partes envolvidas?
São momentos que poderão acontecer.
Talvez até já tenha ocorrido algo semelhante…
E aí?
Como ficarão as “partes”?
O incomodado neste caso será o professor – professor “bonzinho” – e toda a instiuição ode ensino. Não é verdade?
A verdade em todos os momentos deverá se fazer presente.
Professor “bonzinho” ou professor “ruinzinho”.
O importante é a verdade em todos os momentos. Em todos os fatos.
“A mentira sempre terá pernas curtas…”
Por David Iasnogrodski.