Para executar o Progex, a Finep financia a criação de núcleos de atendimento em todo o País
Entre 2002 e 2003, as exportações de 80 micro e pequenas empresas paranaenses aumentaram 26% com a assessoria do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). O faturamento de 90% dessas empresas somou R$ 4,5 milhões durante o período e 23 tiveram sua capacidade produtiva ampliada em 60%.
Esses resultados foram obtidos graças ao Programa de Apoio Tecnológico à Exportação, o Progex, implementado pela Financiadora de Estudos e Projetos – Finep.
O Programa, que liberou R$ 1,16 milhão em recursos não-reembolsáveis para o Tecpar, tem o objetivo de prestar assistência tecnológica às micro, pequenas e médias empresas para tornar seus produtos competitivos no mercado externo.
Para executar o Progex, a Finep financia a criação de núcleos de atendimento em todo o País. “Até agora, investimos R$ 13 milhões na criação de 11 núcleos, que já adequaram 550 produtos. O Tecpar se destaca entre esses núcleos por seu ótimo desempenho”, afirma Lester Amaral Jr., superintendente da Finep para a Área de Institutos de Pesquisa Tecnológica e de Difusão da Tecnologia. “Pretendemos chegar em 2006 com 30 núcleos implantados”, acrescenta.
Vencendo as restrições técnicas
“Com o Progex, nossa intenção é vencer as barreiras técnicas – e não as comerciais – à exportação”, destaca Lúcio Flávio Santos de Almeida, coordenador do Programa no Tecpar. “Também queremos despertar as micro e pequenas empresas para a necessidade de investirem no aperfeiçoamento tecnológico de seus produtos”.
O instituto paranaense atende empresas de diversos setores. Os principais são os de softwares, de confecções, do setor marmoreiro, metalúrgico e de agronegócios. Suas adequações são de vários tipos, como o desenvolvimento de designs personalizados, análises laboratoriais ou a obtenção de selos de segurança e certificações.
Entre as mais freqüentes estão a adaptação de produtos a normas técnicas exigidas por outros países (por exemplo, a redução do nível de ruído e da interferência eletromagnética em eletrodomésticos) e o aperfeiçoamento de processos de produção, que visam aumentar a produtividade sem que haja perda de qualidade.
Lúcio conta que um dos primeiros passos no atendimento a uma empresa é o diagnóstico dos impeditivos tecnológicos para a inserção de seu produto no mercado externo. “A partir daí, projetamos o processo de adequação.” Ele também lembra que cada atendimento é feito individualmente, por meio de um contrato específico entre o Tecpar e a empresa.
“Em geral, o atendimento dura entre três e seis meses. Já atendemos 80 empresas no âmbito do Progex. E agora pretendemos atender mais 160 até 2006, principalmente no interior do Paraná, em cidades como Londrina, Maringá e Pato Branco”, conta Lúcio. Para dar continuidade ao Programa nesse Estado, a Finep e o Tecpar já estão acertando os termos de um novo convênio.
Recursos do Fundo Verde-Amarelo
Os recursos não-reembolsáveis liberados pela Finep (R$ 1,16 milhão) para que o Tecpar montasse seu núcleo de assistência tecnológica tiveram origem no Fundo Verde-Amarelo, um dos fundos setoriais criados pelo Governo Federal para estimular o desenvolvimento científico e tecnológico do País.
Executado pela Finep, o Progex é fruto de uma ação integrada pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia e o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. As 11 instituições financiadas – e credenciadas – pelo Programa atualmente são as seguintes:
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar);
Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), de São Paulo;
Fundação Centro Tecnológico (Cetec), de Minas Gerais;
Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), do Rio Grande do Sul;
Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucap), do Amazonas;
Instituto Nacional de Tecnologia (INT), do Rio de Janeiro;
Instituto de Tecnologia do Estado de Pernambuco (Itep);
Núcleo de Tecnologia Industrial (Nutec), do Ceará;
Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (Senai/Cimatec), da Bahia;
Sociedade Educacional de Santa Catarina (Sociesc);
Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), de São Paulo.
Esses resultados foram obtidos graças ao Programa de Apoio Tecnológico à Exportação, o Progex, implementado pela Financiadora de Estudos e Projetos – Finep.
O Programa, que liberou R$ 1,16 milhão em recursos não-reembolsáveis para o Tecpar, tem o objetivo de prestar assistência tecnológica às micro, pequenas e médias empresas para tornar seus produtos competitivos no mercado externo.
Para executar o Progex, a Finep financia a criação de núcleos de atendimento em todo o País. “Até agora, investimos R$ 13 milhões na criação de 11 núcleos, que já adequaram 550 produtos. O Tecpar se destaca entre esses núcleos por seu ótimo desempenho”, afirma Lester Amaral Jr., superintendente da Finep para a Área de Institutos de Pesquisa Tecnológica e de Difusão da Tecnologia. “Pretendemos chegar em 2006 com 30 núcleos implantados”, acrescenta.
Vencendo as restrições técnicas
“Com o Progex, nossa intenção é vencer as barreiras técnicas – e não as comerciais – à exportação”, destaca Lúcio Flávio Santos de Almeida, coordenador do Programa no Tecpar. “Também queremos despertar as micro e pequenas empresas para a necessidade de investirem no aperfeiçoamento tecnológico de seus produtos”.
O instituto paranaense atende empresas de diversos setores. Os principais são os de softwares, de confecções, do setor marmoreiro, metalúrgico e de agronegócios. Suas adequações são de vários tipos, como o desenvolvimento de designs personalizados, análises laboratoriais ou a obtenção de selos de segurança e certificações.
Entre as mais freqüentes estão a adaptação de produtos a normas técnicas exigidas por outros países (por exemplo, a redução do nível de ruído e da interferência eletromagnética em eletrodomésticos) e o aperfeiçoamento de processos de produção, que visam aumentar a produtividade sem que haja perda de qualidade.
Lúcio conta que um dos primeiros passos no atendimento a uma empresa é o diagnóstico dos impeditivos tecnológicos para a inserção de seu produto no mercado externo. “A partir daí, projetamos o processo de adequação.” Ele também lembra que cada atendimento é feito individualmente, por meio de um contrato específico entre o Tecpar e a empresa.
“Em geral, o atendimento dura entre três e seis meses. Já atendemos 80 empresas no âmbito do Progex. E agora pretendemos atender mais 160 até 2006, principalmente no interior do Paraná, em cidades como Londrina, Maringá e Pato Branco”, conta Lúcio. Para dar continuidade ao Programa nesse Estado, a Finep e o Tecpar já estão acertando os termos de um novo convênio.
Recursos do Fundo Verde-Amarelo
Os recursos não-reembolsáveis liberados pela Finep (R$ 1,16 milhão) para que o Tecpar montasse seu núcleo de assistência tecnológica tiveram origem no Fundo Verde-Amarelo, um dos fundos setoriais criados pelo Governo Federal para estimular o desenvolvimento científico e tecnológico do País.
Executado pela Finep, o Progex é fruto de uma ação integrada pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia e o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. As 11 instituições financiadas – e credenciadas – pelo Programa atualmente são as seguintes:
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar);
Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), de São Paulo;
Fundação Centro Tecnológico (Cetec), de Minas Gerais;
Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), do Rio Grande do Sul;
Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucap), do Amazonas;
Instituto Nacional de Tecnologia (INT), do Rio de Janeiro;
Instituto de Tecnologia do Estado de Pernambuco (Itep);
Núcleo de Tecnologia Industrial (Nutec), do Ceará;
Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (Senai/Cimatec), da Bahia;
Sociedade Educacional de Santa Catarina (Sociesc);
Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), de São Paulo.