Juntos
estados abriram 12.035 novos postos de trabalho
Os
estados do Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Tocantins
apresentaram saldo positivo de emprego em março, conforme dados do Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho,
divulgados nesta quinta-feira (20/04/2017).
O
Rio Grande do Sul foi o estado com o maior número de empregos formais criados
em março, com 5.236 novos postos de trabalho. Em fevereiro, o estado ocupava a
terceira posição no ranking.
Goiás
ficou em segundo lugar na geração de empregos entre todos os estados, com 4.304
vagas, sendo 1.328 vagas na Indústria de Transformação e 2.449 na Agropecuária.
Os dois setores tiveram bom desempenho em todos os estados da região.
O
Paraná ocupa o quarto lugar, com a geração de 1.126 novos postos de trabalho,
seguido de Tocantins, que gerou 124 vagas de emprego.
No
Mato Grosso do Sul, o saldo também foi positivo, com 1.245 vagas, resultado
puxado pelos setores da Indústria de Transformação, com 770 vagas e da
Construção Civil, com 465 vagas.
“O
governo segue trabalhando firmemente com o propósito de colocar o país nos
trilhos para que cresça e dê oportunidades de emprego e renda para os seus
trabalhadores e trabalhadoras. Tenho a convicção de que o objetivo será
alcançado com o esforço de todos: governo, empresários e trabalhadores”,
afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.
Rio Grande do Sul tem saldo
positivo de empregos em março 2017
O
Rio Grande do Sul foi o estado com o maior número de empregos formais criados
em março, apontam dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged), do Ministério do Trabalho, divulgados nesta quinta (20). No mês, o
saldo positivo foi de 5.236 postos de trabalho. Em fevereiro, o estado ocupava
a terceira posição no ranking.
As
áreas com melhor desempenho foram a indústria de transformação, com 5.214 vagas
criadas, seguida do comércio, com 1.454 novos postos de trabalho, e
Administração Pública, com 150 novas vagas. O desempenho do estado mostra uma
clara tendência de recuperação da atividade econômica.
Rio
Grande do Sul
– Comportamento do emprego segundo Setores de
Atividade Econômica
Setores de Atividade Econômica Saldo de Março de 2017
Rio
Grande do Sul – Comportamento do emprego segundo Setores de Atividade Econômica
|
Setores |
Saldo |
|
|
Variação |
Variação |
|
|
Extrativa |
-14 |
-0,23 |
|
Indústria de |
5.214 |
0,78 |
|
Serviços |
-103 |
-0,41 |
|
Construção Civil |
-522 |
-0,44 |
|
Comércio |
1.454 |
0,24 |
|
Serviços |
-50 |
-0,01 |
|
Administração |
150 |
0,27 |
|
Agropecuária |
-893 |
-0,93 |
|
Total |
5.236 |
0,21 |
Fonte:
Caged, Lei 4.923/65
“O
governo segue trabalhando firmemente com o propósito de colocar o país nos
trilhos para que cresça e dê oportunidades de emprego e renda para os seus
trabalhadores e trabalhadoras. Tenho a convicção de que o objetivo será
alcançado com o esforço de todos: governo, empresários e trabalhadores”,
afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.
Nas
cidades com mais de 30 mil habitantes, os destaques foram Santa Cruz do Sul,
que teve um saldo positivo de 2.920 vagas de emprego, e Venâncio Aires, com
1.099.
DADOS
NACIONAIS
O
número de empregos formais no Brasil teve saldo negativo de 63.624 vagas em
março. Apesar da queda, a redução no mesmo mês do ano passado foi quase dobro,
quando registrou retração de 118 mil postos de trabalho. No mês passado, o
resultado havia sido positivo em 35.612 vagas formais de emprego.
Março
apresentou uma variação negativa de -0,17% em relação ao estoque do mês
anterior. Foram registradas 1.261.332 admissões contra 1.324.956 desligamentos.
No acumulado do ano, a queda foi de 64.378 postos de trabalho, equivalente a
-0,17%, em relação ao estoque de dezembro de 2016, e, nos últimos 12 meses,
houve a redução de 1.090.429 postos de trabalho, correspondendo a uma retração
de -2,77% no total de empregados com carteira assinada do país.
“Os
dados de março do Caged mostram que fatores sazonais e conjunturais
influenciaram negativamente o mercado de trabalho. O governo esperava uma
trajetória ascendente, positiva, no número de vagas formais de trabalho, em
razão do bom desempenho verificado em fevereiro, mas os resultados gerais foram
negativos. Se não foi possível aumentar o número de postos de trabalho no mês,
pelo menos indicadores apontam uma diminuição significativa no ritmo de redução
do emprego”, explica o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.