Evento é uma oportunidade para pequenas trocarem experiências com empresas de alta tecnologia
Estão abertas até o dia 1º de junho as inscrições para empresas interessadas em participar do 10º Fórum Capital de Risco, realizado pela primeira vez no Rio Grande do Sul e maior evento latino-americano do setor. A promoção é da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), tem o apoio do Sebrae no RS e acontece de 2 a 4 de junho no Hotel Deville, em Porto Alegre.
Para o superintendente do Sebrae/RS, Deomedes Talini, o capital de risco representa uma excelente oportunidade para as empresas. “É uma maneira das micro e pequenas empresas com base tecnológica atraírem investimentos públicos e privados para financiar as atividades”, destaca ele. O investidor de risco é um sócio temporário, que coloca o dinheiro na empresa, financia as atividades por um período, e depois pode retirar o dinheiro. A operação é realizada por meio de fundos de investimento, que congregam recursos de diversos agentes.
Para o gerente de Crédito e Fomento do Sebrae/RS, Jôni Frank, é fundamental discutir a questão legal do capital de risco no Brasil. Atualmente, explica, só é possível para o investidor colocar capital nas empresas do tipo Sociedade Anônima (S.A.), e para os pequenos é caro adaptar a empresa a este sistema. “É preciso criar oportunidades para que o capital de risco participe das empresas limitadas, mas apenas como sócio capitalista e não como responsável pelo negócio”, explica Frank.
O Sebrae atualmente participa de oito fundos de capital de risco voltados para micro e pequenas empresas, com investimento de R$ 39,5 milhões, o que corresponde a 27% do total do capital destes fundos (R$ 147 milhões). Por meio destes oito fundos, a instituição já investiu em 47 micro e pequenas empresas no Brasil.
O RSTec, primeiro fundo de capital de risco em que o Sistema Sebrae investiu no País, foi criado em 1999, em Porto Alegre e já beneficiou, com investimento de R$ 12 milhões, 15 empresas de base tecnológica instaladas no Estado e com atuação nacional. “A criação do RSTec, voltado para as micro e pequenas empresas de base tecnológica, foi um marco importante para o setor”, diz o superintendente do Sebrae/RS. As 15 empresas que têm hoje investimentos do RSTec são dos setores de biotecnologia, alimentos congelados, tecnologia da informação e automação industrial.
Mais do que uma roda de negócios, o 10º Fórum Capital de Risco será um espaço de discussão da integração entre os mercados e programas institucionais de apoio ao capital de risco na região do Mercosul. Durante o evento, serão apresentados aos investidores dez empreendimentos emergentes (50% são do Rio Grande do Sul), que atuam nas áreas de tecnologia da informação, indústria eletrônica, agronegócios e equipamentos médicos.
Um dos destaques do evento é o painel “Agências de Inovação no Mercosul”, no qual serão discutidas experiências no financiamento de empresas de rápido crescimento, que acontece no dia 2 de junho das 9h30 às 12h30. No dia 3, acontece o “Seminário de Negócios em Tecnologia” das 8h30 às 17h30. No dia 4, acontece o workshop “Política Indústrial e Ações de Fomento”, que terá como palestrantes agências de fomento e fundações de amparo e pesquisa, assim como instituições e autoridades ligadas à ciência e tecnologia, e palestra da diretora de Operações do Sebrae/RS, Susana Kakuta.
Para o superintendente do Sebrae/RS, Deomedes Talini, o capital de risco representa uma excelente oportunidade para as empresas. “É uma maneira das micro e pequenas empresas com base tecnológica atraírem investimentos públicos e privados para financiar as atividades”, destaca ele. O investidor de risco é um sócio temporário, que coloca o dinheiro na empresa, financia as atividades por um período, e depois pode retirar o dinheiro. A operação é realizada por meio de fundos de investimento, que congregam recursos de diversos agentes.
Para o gerente de Crédito e Fomento do Sebrae/RS, Jôni Frank, é fundamental discutir a questão legal do capital de risco no Brasil. Atualmente, explica, só é possível para o investidor colocar capital nas empresas do tipo Sociedade Anônima (S.A.), e para os pequenos é caro adaptar a empresa a este sistema. “É preciso criar oportunidades para que o capital de risco participe das empresas limitadas, mas apenas como sócio capitalista e não como responsável pelo negócio”, explica Frank.
O Sebrae atualmente participa de oito fundos de capital de risco voltados para micro e pequenas empresas, com investimento de R$ 39,5 milhões, o que corresponde a 27% do total do capital destes fundos (R$ 147 milhões). Por meio destes oito fundos, a instituição já investiu em 47 micro e pequenas empresas no Brasil.
O RSTec, primeiro fundo de capital de risco em que o Sistema Sebrae investiu no País, foi criado em 1999, em Porto Alegre e já beneficiou, com investimento de R$ 12 milhões, 15 empresas de base tecnológica instaladas no Estado e com atuação nacional. “A criação do RSTec, voltado para as micro e pequenas empresas de base tecnológica, foi um marco importante para o setor”, diz o superintendente do Sebrae/RS. As 15 empresas que têm hoje investimentos do RSTec são dos setores de biotecnologia, alimentos congelados, tecnologia da informação e automação industrial.
Mais do que uma roda de negócios, o 10º Fórum Capital de Risco será um espaço de discussão da integração entre os mercados e programas institucionais de apoio ao capital de risco na região do Mercosul. Durante o evento, serão apresentados aos investidores dez empreendimentos emergentes (50% são do Rio Grande do Sul), que atuam nas áreas de tecnologia da informação, indústria eletrônica, agronegócios e equipamentos médicos.
Um dos destaques do evento é o painel “Agências de Inovação no Mercosul”, no qual serão discutidas experiências no financiamento de empresas de rápido crescimento, que acontece no dia 2 de junho das 9h30 às 12h30. No dia 3, acontece o “Seminário de Negócios em Tecnologia” das 8h30 às 17h30. No dia 4, acontece o workshop “Política Indústrial e Ações de Fomento”, que terá como palestrantes agências de fomento e fundações de amparo e pesquisa, assim como instituições e autoridades ligadas à ciência e tecnologia, e palestra da diretora de Operações do Sebrae/RS, Susana Kakuta.