“Se um dia tivesse que ser um objeto, eu escolheria ser um clipes!
Ser um clipes… é genial!!! O incrível para mim é o fato de ter sido um evolução para a SIMPLICIDADE.
Penso na “complexidade” que foi necessária para criar um pedacinho de arame entortado, mas que com um toque especial, quase divino, transformou-se e “big-bang”…
…Nasceu o clipes!
Agora, espetacular mesmo é o propósito de ser do clipes:
UNIR COISAS. Semelhantes ou diferentes, elas são reunidas em condições especiais de convivência:
RESPEITO MÚTUO
HARMONIA
OBJETIVOS COMUNS e
LIBERDADE
Por exemplo, as folhas de um trabalho, unidas pelo clipes, podem permanecer juntas num determinado momento e noutro serem separadas e distribuídas. Depois, podem ser “recolhidas” e “re-unidas”. Há um eterno ir-e-vir, sem ferir e estragar.
Hoje, podemos encontrar clipes de todos os tipos, tamanhos, cores e com diferentes aplicações. Existe uma diversidade impressionante. Entretanto todos “eles”, em sua simplicidade, têm uma unidade de propósito: UNIR EM LIBERDADE.
Sinto que a forma de ser livre é se entregar para o outro. E é no momento da entrega que você tem a oportunidade de reencontrar a liberdade de ser UNO”.